INFORME-SE

Pecuária leiteira 4.0: como será a vaca do futuro?

30-03-2020 08:05:10 – Por: Agrolink

Produtor passa por desafios para aumentar produção, desde o uso de tecnologias até desmistificar as polêmicas que afetam a imagem.

Agricultura 4.0 é um termo ao qual já estamos habituados mas e pecuária 4.0? E na atividade leiteira?  A pecuária de leite ainda é conhecida por ser uma atividade de pequenas famílias que produzem leite e entregam para a indústria. Não é bem assim. Nos últimos anos grandes propriedades, com grandes produtores têm surgido e elevado o potencial produtivo do Brasil. Não é a toa que já são mais de 350 municípios brasileiros com produtividade superior a de 4 mil litros por vaca, alguns atingindo até 6 mil litros por vaca, padrão de países desenvolvidos como a Nova Zelândia.
A pecuária de precisão amplia as possibilidades do criador diante do desafio de ter cada vez mais animais, mais produção e assertividade na gestão para que o cuidado com cada animal siga individual, respeitando suas características para evitar prejuízos na produção. Já existem softwares e aplicativos que permitem fazer a coleta, armazenar e analisar dados como taxa de prenhez, cio, dados sobre o bezerro, produtividade, entre outros. Além disso a pesquisa e programas de melhoramento da Embrapa Gado de Leite, vem auxiliando nos ganhos. Um projeto com girolando, por exemplo, mostrou aumento de 60% na produção e o melhoramento com gir, um aumento de 52% na produção e 69% de diminuição na emissão de gases. “Com a nova ferramenta de avaliação genômica é usado o DNA de cada animal, o que faz com que a seleção seja mais rápida e efetiva”, destaca o pesquisador Marcos Vinícius Barbosa.
Recentemente o USDA também “desenhou” o que seria a vaca do futuro. Você pode conferir na reportagem em vídeo que está logo abaixo deste texto, no último episódio da série “Pecurária 4.0: o caminho do boi brasileiro”.
Dificuldades de produzir x consumidor
“Não vamos falar de agricultura ou pecuária. Vamos falar de food tech. O que o consumidor quer e a facilidade que chega até ele. A cadeia do leite precisa se alertar para isso ou ficará para trás. O consumidor quer sustentabilidade, rastreabilidade e que tudo chegue rápido pelo celular, em sua casa”, provoca o chefe-geral da Embrapa Gado de Leite, Paulo do Carmo Martins.
Ele enfatizou a crescente demanda de trabalhar com inteligência, precisão, pesquisa e bem-estar animal, em uma realidade próxima onde, acredita, que fazendas serão monitoradas pelo consumidor. “O produtor precisa se qualificar com boas práticas para produzir produtos de mais qualidade e maior valor agregado”, acrescenta.
O Anuário do Leite 2019 mostra que o mercado brasileiro está mais equilibrado em termos de oferta e demanda ma alguns fatores ainda impedem o maior crescimento. De acordo com a Embrapa Gado de Leite são:
Fraudes: depois de sete anos as Operações Leite e Queijo Compensado ainda repercutem na confiança. Desde maio de 2013, foram realizadas 12 operações que resultaram em 276 denunciados pelo crime de adulteração, com adição de substâncias ilegais  como amido e água oxigenada.
Visão de curto prazo: o preço oscila muito e há dificuldades de estabelecer políticas consolidadas com o governo, como a recente demanda do PEP (Prêmio para Escoamento da Produção), que busca subsídio federal para o frete de 50 mil toneladas, com prêmio de R$ 2.000 por tonelada.
Falta de barreiras para produtos de fora: O Brasil é o principal destino do leite argentino, com 99 mil toneladas e 23,7% do leite uruguaio.
IN 76 E 77: alguns produtores não seguem a risca as instruções de higiene de equipamentos de ordenha, dos úberes e resfriamento. Falta orientação e assistência técnica para total adequação.
Bem-estar animal: a produção brasileira não tem barreiras sanitárias sólidas para certificar que uma fazenda está livre de doenças como a brucelose e tuberculose. A enfermidade pode passar do leite para as pessoas que consumirem.
Transporte: estradas ruins, frete caro e distância de grandes centros são entraves para o aumento da produção e comercialização.
Uso indiscriminado de antibióticos: com nanotecnologia já é possível identificar substâncias não autorizadas, reduzir a concentração e toxicidade, saindo da via de aplicação injetável para a tópica, por exemplo, e reduzir o índice no leite.
Gases de efeito estufa: a polêmica da emissão prejudica o setor. Com manejo correto os dejetos podem ser convertidos em energia limpa, com uso de biodigestores, ou até biofertilizantes.
Fonte: https://www.guialat.com.br/?p=detalhar_noticia&id=7025

Leite/Cepea: Concorrência por matéria-prima mantém preço ao produtor em alta

30-03-2020 15:18:12 – Por: Natália Grigol, em Cepea-Esalq/USP

O movimento de alta ocorre desde dezembro/19 e está atrelado à concorrência entre laticínios para garantir a compra de matéria-prima num contexto de oferta limitada.

O Coronavírus já chegou ao Brasil: confira 10 dicas que podem salvar a sua vida em caso de epidemia

Por Revista Pazes – fevereiro 26, 2020

O jornalista Elder Dias, do site Estádio das Coisas, trouxe-nos uma lista de 10 dicas para evitar o Coronavírus, especialmente no caso da epidemia atingir o Brasil.

É o momento de conhecermos a realidade sobre esse vírus e saber a melhor forma de evitá-lo, uma vez que brasileiro que se hospedara em Milão, cidade italiana já afetada pelo vírus, procurou, no dia 24, tratamento para sintomas da doença. Ele chegou ao Brasil no dia 21 e apenas 3 dias depois procurou o tratamento, uma vez que os sintomas demoram a aparecer.

Esse fato nos traz uma sensação de insegurança, pois mesmo que os sintomas da doença não estejam ainda manifestos, o vírus pode ser transmitido, de sorte que aqueles que tiveram contato com esse senhor podem estar infectados e, por sua vez, proliferando o vírus.

Diante dos fatos, devemos entender como funciona o processo de transmissão e tomar os cuidados necessários para evitar o contágio. Confira as dicas:

1 – Não entrar em pânico. A mortalidade da Covid-19 (como foi batizada a enfermidade) é relativamente baixa, algo entre 2% e 2,5% dos pacientes, especialmente os mais vulneráveis imunologicamente falando (pessoas idosas e/ou já debilitadas). Encare o problema como se eventualmente fosse tratar uma gripe – de fato, é praticamente a mesma coisa.

2 – Lavar sempre as mãos. É uma regra de ouro: higienizar as mãos de forma completa e cuidadosa e chegando até a região do punho. Deve ser a primeira coisa a fazer ao chegar em casa.

3 – Usar o álcool gel frequentemente. É um ótimo complemento para a higiene das mãos. Não custa nada sempre usá-lo quando tiver oportunidade, especialmente em ambientes públicos.

4 – Nunca tocar olhos e mucosas. Frear o hábito de coçar as vistas, de pôr a mão no nariz e o dedo na boca é um fator que pode fazer muita diferença em relação ao risco. Evitar ao máximo.

5 – Tossir ou espirrar sempre usando a manga da camisa como proteção. É a chamada “etiqueta da tosse”, o ato de usar a parte interna do braço para não espalhar as gotículas.

6 – Não dividir objetos pessoais. Em períodos de epidemia, o uso compartilhado de qualquer pertence deve ser evitado.

7 – Evitar aglomerações. Sempre que possível, fuja de locais em que haja grande concentração de pessoas: eventos, solenidades, shows, estádios etc.

8 – Evitar viajar para áreas afetadas. Se possível, reprograme-se para algo que tiver agendado para um local que seja foco de propagação da doença.

9 – Ter cuidado especial com idosos. Se você tem pessoas de idade avançada em casa, redobre seus cuidados pessoais e reforce isso a elas e a todas as que as cercam mais frequentemente.

10 – Procurar informação de qualidade. Não abra mão de ver o noticiário, ler jornais ou acessar páginas confiáveis na internet para ter mais informações sobre a doença. Da mesma forma, não dê crédito ao primeiro vídeo alarmista que receber. Informar-se faz muita diferença contra qualquer absurdo – isso vale também para o caso do novo coronavírus. Diga um sonoro não às fake news.

Fonte: https://www.revistapazes.com/o-coronavirus-ja-chegou-ao-brasil-confira-10-dicas-que-podem-salvar-a-sua-vida-em-caso-de-epidemia/

Cuidados ao comprar Produtos de Limpeza

Produtos saneantes para limpeza doméstica, são controlados pela Vigilância Sanitária e usados para os mais diferentes objetivos. Entre eles detergentes, desinfetantes, amaciantes, produtos para lavar roupas, etc. Itens extremamente úteis em nosso cotidiano, que geralmente apresentam condições ideias de uso e armazenamento. É de suma importância que o consumidor verifique a procedência do produto que está adquirindo, observando suas garantias de qualidade e de segurança. Produtos produzidos e comercializados de forma clandestina, hoje colaboram para ocorrência de casos graves e até fatais de intoxicação. Geralmente oferecidos num sistema porta-a-porta e em pequenos estabelecimentos comerciais, além de não matarem micro-organismos causadores de doenças (realizando a correta higienização), podem ser causadores de alergias, queimaduras, problemas respiratórios, irritações, graves intoxicações e até mesmo morte.Atualmente ocorrem inúmeros casos de intoxicação por produtos de limpeza registrados e, ou não registrados, em sua maioria com menores de 12 anos. A ausência de informações sobre o produto no rótulo, ou a ausência de rótulo, dificulta a identificação da substância causadora do problema atrapalhando assim o auxílio médico.

Normalmente é possível identificar produtos fabricados de forma clandestina:- São vendidos em embalagens reaproveitadas de suco, refrigerantes e outras bebidas;

– Geralmente com cores bonitas e atrativas;

– Preço muito baixo, uma vez que não possuem eficácia na limpeza (somente cheiro e cor agradáveis);

– Fabricados à domicílio ou em estabelecimentos ilegais;

– Não possuem certificação de qualidade junto a ANVISA;

– Não exibem rótulo com informações, composição e alertas.

Sendo assim, não existe vantagem em adquirir um produto clandestino. Apesar de se pagar pouco, o produto não limpa, não mata germes e pode causar sérios danos à sua saúde e de sua família. Produtos de qualidade devem conter:

– Nome do fabricante ou importador, endereço e nome do responsável técnico;

– A frase “Produto notificado na Anvisa/Ms ou número do registro no Ministério da Saúde;

– A frase “Antes de usar leia as instruções do rótulo, para que saiba como usar o produto;
– Avisos sobre os perigos e informações de primeiros socorros;

– O número de telefone do serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC);

– O rótulo não pode estar rasgado, descolado da embalagem, manchado ou com letras que não possam ser lidas;

Para o bem da sua saúde e para obter o desempenho esperado do produto de limpeza, não compre nem use produtos saneantes clandestinos. Em caso de dúvida, desconfiança ou algum problema com saneantes, informe o ocorrido á vigilância sanitária.

Fonte: http://setelagoas.com.br/noticias/cidade/19155-vigilancia-sanitaria-alerta-sobre-produtos-de-limpeza-clandestinos

ASSISTA

Linha Force Pró chega para completar a família Reinigend!

Reini Land na Expotílias 2019

Vídeo institucional da Reinigend Química do Brasil

Reini Land

A importância com a higienização na pecuária leiteira

Reinigend Sid-Eme Oeste Rural

O que você sabe sobre química?

Sid-Eme e Reini Land na Expo Irani

O segredo da qualidade do leite

Boas Práticas de Fabricação LEITE NOV 2018

Rolar para o topo
Utilizamos cookies para melhorar a sua experiência em nosso site. Ao continuar navegando, você concorda com a nossa  Política de Privacidade .